Contabilidade ES para Advogado: Simples Nacional Anexo IV e Como Pagar Menos Imposto em 2026

Antes de mais nada, um número ajuda a entender por que tanto advogado vem trocando o RPA pelo CNPJ: a partir de cerca de R$ 5.000 de faturamento mensal, a carga tributária do Simples Nacional já costuma ficar abaixo da tabela progressiva do Imposto de Renda Pessoa Física, que chega a 27,5% sobre os honorários recebidos como autônomo. Além disso, o Brasil soma mais de 1,3 milhão de advogados registrados na OAB, e boa parte ainda recebe honorários direto na pessoa física, pagando mais imposto do que precisaria. Vale a pena conferir.

Aqui na Fraga Contabilidade, escritório com mais de 50 anos de mercado no Espírito Santo, ajudamos advogados e sociedades de advocacia a entender exatamente quanto pagariam de imposto formalizando o escritório em 2026 — e por que essa atividade tem uma regra diferente da maioria dos serviços intelectuais. Em resumo, entender como funciona o advogado no Simples Nacional é o que separa quem paga imposto de menos de quem paga imposto de mais. O detalhe faz diferença.

Por exemplo, o primeiro ponto que gera dúvida é o enquadramento: os serviços advocatícios têm CNAE 6911-7/01 e, assim como engenharia e outras atividades técnicas, também estão na lista de atividades vedadas ao MEI, mesmo com faturamento baixo. Portanto, o caminho é abrir uma sociedade — que pode ser uma Sociedade Individual de Advocacia (para quem atua sozinho) ou uma sociedade com dois ou mais sócios, sempre registrada na OAB do estado, e não na Junta Comercial. Veja o passo a passo geral de formalização em como abrir empresa no Espírito Santo em 2026. Anote esse ponto.

🎬 Assista ao vídeo explicativo

Observe o comparativo a seguir. A diferença salta aos olhos.


Simulador: quanto o advogado no Simples Nacional paga de DAS em 2026

Aliás, vale um ponto de atenção. Nesse sentido, advogado no Simples Nacional exige acompanhamento contábil. Vale conversar antes.

Em primeiro lugar, use a calculadora abaixo. Diferente de profissões como engenharia ou consultoria, a advocacia não usa Fator R — então basta informar o faturamento mensal médio do escritório e o valor de pró-labore pago aos sócios para o simulador estimar o DAS mensal no Anexo IV e o INSS patronal, que é recolhido à parte. Repare bem nisso.

Calculadora Anexo IV para Advogados — Simples Nacional 2026

Note o que vem agora. O resto decorre disso.





Alíquota efetiva estimada (Anexo IV): —
DAS mensal estimado (Simples Nacional)
—
INSS patronal mensal (GPS, à parte do DAS): —
Custo tributário total estimado: —

CNAE 6911-7/01: por que o advogado no Simples Nacional cai no Anexo IV, sem Fator R

Inclusive, vale um ponto de atenção. Em geral, advogado no Simples Nacional varia conforme o porte da empresa. Compare os cenários.

Assim, diferente da maioria das atividades intelectuais já cobertas nesta série — como engenharia e cálculo estrutural, que dependem do Fator R para saber se caem no Anexo III ou no Anexo V —, a advocacia é uma das poucas exceções previstas na Lei Complementar 123/2006: ela entra diretamente no Anexo IV, sem nenhum cálculo de proporção entre folha e faturamento. Na prática, isso simplifica o planejamento tributário do escritório, já que a alíquota não muda conforme o valor do pró-labore. Em resumo, é simples.

Da mesma forma, o Anexo IV reúne outras atividades que a lei tratou de forma parecida, como construção civil, vigilância e limpeza — setores em que o legislador optou por não usar o Fator R como critério de enquadramento. Todavia, o Anexo IV tem uma particularidade importante que o diferencia do Anexo III: o INSS patronal (CPP, de 20% sobre a folha de pagamento e o pró-labore) fica de fora do DAS único e precisa ser recolhido separadamente, em guia GPS própria. Ou seja, o escritório paga dois boletos todo mês — o DAS do Simples e a GPS do INSS patronal — mesmo que a maior parte da carga tributária esteja concentrada no DAS. Nada complicado.

Pontos de atenção na prática

Confira o que muda aqui. Nada é automático.

Em outras palavras, essa divisão muda a forma como o contador organiza o fluxo de caixa do escritório: o DAS do Anexo IV começa em 4,5% e sobe conforme o faturamento acumulado nos últimos 12 meses (RBT12), como mostra a tabela completa do Simples Nacional 2026, enquanto a GPS varia de acordo com o valor do pró-labore definido em contrato social. Consequentemente, definir um pró-labore muito alto sem necessidade eleva o custo com INSS patronal e com o INSS pessoal do sócio (11% sobre o próprio pró-labore), sem trazer nenhuma vantagem de alíquota — já que, ao contrário do Anexo III, aqui o valor do pró-labore não influencia a faixa do DAS. Guarde essa informação.

Simples Nacional × Lucro Presumido × Autônomo (PF): qual regime compensa para o advogado

Ou seja, vale um ponto de atenção. Por isso, advogado no Simples Nacional pede uma conta feita com calma. O número surpreende.

Na prática, a comparação entre regimes é o passo que define quanto sobra no fim do mês para o advogado no Simples Nacional.

Contudo, o Simples Nacional nem sempre é a melhor escolha para todo escritório. Veja um comparativo com faturamento de R$ 300 mil por ano (RBT12), cenário comum entre escritórios de advocacia de pequeno e médio porte na Grande Vitória: O impacto é direto.

RegimeComo funcionaCarga tributária aproximadaMelhor para
Simples Nacional (Anexo IV)DAS único (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS) + INSS patronal à parte via GPS~6,3% do faturamento no DAS + 20% sobre o pró-labore de INSS patronalMaioria dos escritórios de pequeno e médio porte
Lucro PresumidoIRPJ, CSLL, PIS, COFINS e ISS apurados separadamente, com presunção de lucro de 32%~13,3% a 16,3% do faturamentoEscritórios acima de R$ 4,8 milhões/ano ou com margem muito alta
Pessoa Física (autônomo/RPA)IRPF na tabela progressiva, até 27,5%, mais INSS pessoalaté 27,5% + INSSRaramente compensa acima de R$ 5 mil/mês de honorários

Todavia, esse comparativo é uma referência inicial — cada escritório tem uma combinação própria de faturamento, número de sócios e despesas com equipe e estrutura. Assim, o ideal é simular os três regimes com números reais antes de decidir. Isso a Fraga Contabilidade faz gratuitamente para advogados que estão avaliando abrir ou reorganizar o escritório. Vale a leitura atenta.

Sociedade unipessoal ou individual: o que muda para o advogado no Simples Nacional

Primeiramente, vale um ponto de atenção. Desse modo, advogado no Simples Nacional fica claro na hora de decidir. Sem mistério.

Por isso, a escolha do tipo societário também pesa no custo final do advogado no Simples Nacional.

Além disso, desde a Lei 13.247/2016, o advogado que atua sozinho não precisa mais dividir sociedade com ninguém para ter CNPJ: a Sociedade Individual de Advocacia permite formalizar o escritório com um único titular, mantendo as vantagens tributárias de uma pessoa jurídica. Aliás, esse registro é feito exclusivamente na Seccional da OAB do estado — no Espírito Santo, a taxa de constituição gira em torno de R$ 234,60 a R$ 713,00, dependendo do tipo de sociedade —, e não na Junta Comercial, como ocorre com a maioria das empresas. Isso muda o resultado.

Consequentemente, só depois do registro na OAB-ES é que o escritório solicita o CNPJ na Receita Federal e a inscrição municipal para emitir nota fiscal de serviço. Sendo assim, pular essa ordem é um dos erros mais comuns na abertura de escritórios de advocacia — o mesmo tipo de deslize que aparece com frequência em outros segmentos, como mostra o levantamento sobre erros ao abrir empresa em Vitória e na Grande Vitória. Fique atento a isso.

Checklist: como formalizar o escritório de advocacia no ES

De início, vale um ponto de atenção. Assim sendo, advogado no Simples Nacional pode ser ajustado ainda este ano. Ainda dá tempo.

Em seguida, veja o roteiro que a Fraga usa para deixar o advogado no Simples Nacional regular desde o primeiro mês.

  1. Estar com a inscrição na OAB ativa e regular, sem pendências financeiras ou disciplinares
  2. Definir o modelo: Sociedade Individual de Advocacia (um titular) ou sociedade com dois ou mais advogados sócios
  3. Escolher o nome social, sempre com o nome do(s) advogado(s) seguido de “Sociedade Individual/Unipessoal de Advocacia”
  4. Elaborar o ato constitutivo com objeto social exclusivo de advocacia, endereço e capital social
  5. Registrar o ato na Seccional OAB-ES e pagar a taxa de constituição da sociedade
  6. Solicitar o CNPJ na Receita Federal com a documentação emitida pela OAB
  7. Fazer a inscrição municipal para poder emitir nota fiscal de serviço
  8. Optar pelo Simples Nacional dentro do prazo e definir o pró-labore com apoio do contador, considerando o custo do INSS patronal e pessoal

Perguntas frequentes sobre o advogado no Simples Nacional no ES

Em seguida, vale um ponto de atenção. Com isso, advogado no Simples Nacional sai do papel e vira rotina. Siga a ordem.

Sobre CNAE e formalização

Perceba a lógica do cálculo. Ela se repete sempre.

1. Advogado pode ser MEI?Não. O CNAE 6911-7/01 está na lista de atividades vedadas ao MEI, mesmo com faturamento baixo. É necessário abrir uma Sociedade Individual de Advocacia ou uma sociedade com mais sócios.
2. O registro da sociedade de advocacia é feito na Junta Comercial?Não. Diferente da maioria das empresas, a sociedade de advocacia é registrada exclusivamente na Seccional da OAB do estado, e só depois disso é solicitado o CNPJ na Receita Federal.
3. Um advogado que atua sozinho consegue ter CNPJ próprio?Sim. Desde a Lei 13.247/2016, existe a Sociedade Individual de Advocacia, que permite ao advogado formalizar o escritório sozinho, sem precisar de sócios.

Sobre Anexo IV e tributação

Acompanhe os pontos a seguir. A ordem faz diferença.

4. Advocacia precisa calcular o Fator R?Não. Diferente de engenharia, consultoria e outras atividades intelectuais, a advocacia entra direto no Anexo IV do Simples Nacional, sem cálculo de Fator R.
5. O INSS patronal entra no boleto do Simples Nacional (DAS)?Não. No Anexo IV, o INSS patronal (20% sobre a folha e o pró-labore) é recolhido separadamente, em guia GPS, e não está incluído no DAS único.
6. Vale a pena aumentar o pró-labore dos sócios no Anexo IV?Ao contrário do Anexo III, o valor do pró-labore não muda a alíquota do DAS no Anexo IV. Por isso, aumentar o pró-labore sem necessidade só eleva o custo com INSS patronal e pessoal, sem reduzir o imposto da empresa.
7. Quando vale migrar do Simples para o Lucro Presumido?Em geral, a partir de faturamentos mais altos ou margens de lucro elevadas o Lucro Presumido pode compensar, mas isso depende de simulação caso a caso, considerando o ISS do município e a estrutura de custos do escritório.
Quer saber exatamente quanto seu escritório de advocacia pagaria de imposto no ES?
Dessa forma, a Fraga Contabilidade — mais de 50 anos de mercado no Espírito Santo — faz uma análise gratuita do enquadramento no Anexo IV e do regime tributário ideal para o seu escritório.

Falar no WhatsApp (27) 3239-3352

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