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Stevens Fraga - Coaching Financeiro - Cientista Contábil, Especialista em Direito Tributário, Especialista em Marketing

Se a Apple se acomodar, não será pela ausência de Jobs

São Paulo — “Na última vez que a Apple ficou sem Steve Jobs, sua visão e lucratividade foram para o ralo. O que é diferente agora?” A pergunta foi feita por um internauta a Steve Wozniak durante um debate da série Ask Anything (pergunte qualquer coisa) no siteSlashdot. “Há sempre um risco. E minha opinião pessoal é que, se a situação ficar ruim, poderia ter ficado ruim mesmo com Jobs lá”, respondeu o cofundador da Apple.
Apesar do alerta, Wozniak diz que, em sua visão, a Apple está muito mais forte do que estava em 1984, quando Steve Jobs a deixou após uma disputa com o então CEO John Sculley. “Naquela época, a Apple era uma empresa de um produto só. Agora, somos fortes e diversificados. Se um produto vai mal, podemos nos recuperar com as receitas e lucros vindos de outras áreas”, diz ele.
“Temos computadores, laptops, iTunes, iPods, lojas de varejo, a loja online Apple Store, iPads. Também temos uma forte cultura de inovação bem compreendida, não só pelos gestores mas também pelos nossos clientes, que acabam definindo muito da direção que tomamos por meio de suas expectativas”, diz Wozniak.
Sem dúvida, a linha de produtos da Apple é muito mais ampla hoje do que era no passado. Mas o último relatório anual da empresa, referente ao ano fiscal de 2011, indica que 43% da sua receita naquele ano veio do iPhone. Essa porcentagem vinha crescendo e pode-se supor que será maior neste ano. É um produto do qual a Apple depende bastante.

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